
domingo, 23 de outubro de 2011
A Força

terça-feira, 6 de setembro de 2011

quarta-feira, 25 de agosto de 2010
As Mulheres...

quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Insatisfeito

A tempos sinto uma grande vergonha,
e isso fez com que o papel não riscasse mais meu lápis,
aquilo que percebo não pode ser simplesmente
descrevido em um papel, sinto vergonha por não poder faze-lo.
Como posso descrever? Não desejo que sejam quimeras,
Pois aquilo que vejo está além. Seria um desrespeito com
tudo e com todos.
Dalton Rocha
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Eis ai
De olhos abertos não vejo a luz na escuridão
Fecho-os e assim dissipa-se tudo o que é trevas.
Vejo homens que estão vivendo em casulos,
outros acreditão em mentiras para torna
a vida mais fácil. É verdade, a anos nos
contam mentiras com tanta profundidade que até
parece verdade, eis ai o vício dos homens.
Dalton Rocha
terça-feira, 20 de julho de 2010
Para você
segunda-feira, 28 de junho de 2010

O Analfabeto Político
Berthold Brecht
O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.
Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado,
e o pior de todos os bandidos,
que é o político vigarista,
pilantra, corrupto e o lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.
sábado, 26 de junho de 2010
A Moeda

A "moeda" possui diâmetro, espessura.
Ela possui dois lados, dependendo se muito
ou pouco pode variar o seu valor.
A "moeda" pode distinguir as pessoas,
pode da "valor" aquilo que não possui,
pode comprar "alegrias," regalias.
A vida não é bilateral,
seu diâmetro não tem fim.
Quem pagará seu valor?
O amor tem o poder de unir as cores,
seu valor é imensurável.
O amor tem o poder, o poder de gerar vida.
Dalton Rocha!
quinta-feira, 24 de junho de 2010

Isso é de fato irrisório.
seu veneno, é como o de uma taipan,
corroí os rins, mata, tira o valor próprio,
é pode até lhe dar uma zupam.
Assim, zupam pode velam
seu cérebro vai selam
preferível o coração gelam
e não ser cortado como uma rã.
Coitado do quer for dominado pela flamme.
freneticamente pensando. Paralisado pela mamba.
Ardentemente, louco sob o fulgor da flamme ame,
ai ai ai! FUJA ,FUJA DA FLAMME...
Dalton Rocha
terça-feira, 22 de junho de 2010
Ao Povo Nordestino

porque há dignidade em nosso labor...
Dalton Rocha
terça-feira, 15 de junho de 2010
Poema Meta
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Eis o Que Temo
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Metamorfose
Não me lembro ao certo quando
Soltei meus primeiros versos...
Lembro-me que a música era minha
inspiração. A música tornou-se de fato poesia.
Lembro, pequenos epitáfios antecipados que podiam
Dizer grandes coisas... lembro-me de meus
Últimos versos, e estes são os primeiros que
Precedem os novos... adentro em algum lugar.
De meu interior, não sei bem onde, e busco letras
Que formem sílabas, sílabas que formem palavras, palavras
Que formem frases, frases que formem poesias, epitáfios,
Textos enfim, mas que expressem claramente aquilo que vejo.
Dalton Rocha
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Meus Últimos Versos...
Ao olhar-me neste espelho entre
Estas paredes claras de aspecto sombrio
Vejo o brilho que há em meus negros olhos,
desço nas profundezas do abismo que há em meu ser.
Um encontro com meu eu, minha alma,
A essência que estou a cada dia por criar.
Minhas mãos manchadas, ensanguentadas...
Não nego, aquilo que sou é fruto de minha história,
Negá-la seria apagar minha existência.
Sou o único herdeiro de minhas ações.
Mas a pergunta é simples: suas escolhas
Tem melhorado seu modo de viver?
Dalton Rocha
terça-feira, 25 de maio de 2010
Candanga
para Paulo Bertran
Candanga, a alma leve dos cerrados,
a moça e seus cabelos, nos longes de Goiás.
Candangos nós, teus filhos de adoção.
Candangos nossos filhos,
nascidos do teu chão.
A mão que te acenou de tão distante
foi quem prometeu que te faria.
Trocou o talvez por neste instante,
e a cidade assim se fez.
Candangos Vladimir, Bertran, Oscar, Sayão.
Candangos Lúcio, Vera, Nicolas, Bulcão
Candangos Teodoro, Cássia, Renato, Catalão.
Misteriosos como os campos de cerrados
de longe, apenas troncos retorcidos
de perto, segredos revelados:
água de mina, raízes, folhas, flores
beleza pura que explode por detrás
dos detalhes escondidos na aridez
da vastidão dos campos de Goiás.
Paulo José Cunha
Poema classificado em 3º lugar no Concurso Nacional de Poesia “Brasília: 50 anos”
Poesia é remédio pra alma e pode até salvar vidas
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Sem Titulo/ Titule VocÊ!

Anima Kátharsis Para Todos!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Ultimo Canto
O coração inchou-se
A alma escureceu-se
As lágrimas secaram-se
branco sorriso, amarelou-se
em si mesmo perdeu-se.
Alegria do vinho no calíce
outrora, agora é embriaguez
claramente para que veja-se
em toda essa morbidez.
Ultimo mugido do boi.
domingo, 25 de abril de 2010
Dama-da-Noite

Sinto seu perfume que me atrai
do mundo real me retrai
seu mover para mim é atraente
Alguns dizem que traz a morte
outros temem contigo encotrar-se
superstição para o coração forte
que não teme despedaçar-se.
Quero mais uma noite te encontrar
pelas ruas calmas e escuras...
venhas comigo amada se abarcar
noites minhas, noites suas, nossas noites escuras.
D' dia calas e só na noite que podes cantar
és um deleito para os mortais
venhas sempre em meu ouvido sussurrar
de minhas mãos as suas, oh amadaDama-da-noite não apartais...
(Dalton Rocha)
Um Abraço
Anima Katharsis Para Todos!!!
terça-feira, 9 de março de 2010
Quem é este lírio!?
cheio de beleza e de aparência suave?
alguns o julgam frágil,outros não entendem como pôde nascer em lugar tão
argiloso, em meio a tantos obstáculos que queriam o sufocar,
de aparência doce, e que traz em sua essência amor pela vida,
capaz de enfrentar os grandes "espinhos" que os impediam de crescer.
Ainda há quem subestime esta flor, dotada de coragem, que poderia
escolher nascer entre os montes ou á beira de um riacho calmo e seguro...
Quem é este lírio?És tu mulher!
que escolhes-te nascer em uma sociedade injusta, escrava de um falso
avanço industrial... que "lutou e luta" para que seus direitos sejam respeitados,
e que "marchou e continua a marcha", para ser ouvida...Não sabemos até quando o "inexplicável fogo" irá impedir você de falar, mas só sabemos que tu nunca deixará de lutar...
(Dalton Rocha)


